Giuliani disse que o governo tenta equilibrar o esporte e a segurança nacional. “O presidente quer garantir a igualdade competitiva sem comprometer nossa segurança nacional”, afirmou ao canal local KOMO TV News.
O diretor afirmou que Trump assinou uma ordem executiva para autorizar o time no Mundial. “Ele assinou uma ordem executiva para permitir que o time entrasse e jogasse a Copa do Mundo. Eles já entraram para jogar em Los Angeles e vão entrar de novo no dia 21”, completou. Giuliani não disse se o Irã participa das conversas e não respondeu aos contatos da BBC.
Segundo ele, a intenção é permitir que o Irã entre no país e compita. “Queremos garantir que a equipe tenha a oportunidade de jogar. O que fizemos por eles foi espetacular, e o crédito é do presidente Trump”, disse.
Hospedada em Tijuana, no México, a seleção iraniana estreou em Los Angeles, a 30 minutos de voo da concentração. A cidade na costa oeste americana também recebe o segundo jogo do Irã.
Na terceira rodada, o desafio logístico seria ainda maior. O Irã enfrenta o Egito em Seattle, a aproximadamente 2h40min de voo do local de treinamento.
Irã formaliza reclamação à Fifa
A Federação de Futebol do Irã levou o caso à Fifa. “A Federação Iraniana de Futebol considera que estas restrições são incompatíveis com o princípio de igualdade de condições para as equipes participantes e poderiam afetar a preparação técnica das seleções”, diz a entidade em comunicado.

